(A Marta foi roubada, mas não resisti! Que me perdoe...)
Se já não te lembras como foi
Se já esqueceste o meu amor,
O amor que dei e que tirei,
Não queria lamentar depois.
Mas uma coisa é certa, eu sei.
Não tive nunca amor maior.
E ainda vivo o que te dei,
Ainda sei quanto te amei,
Ainda desejo o teu amor.
Não tenho esperança de te ver,
Não sei amor onde andarás.
Pergunto a todo o que te vê
E nunca sei como estás.
Agora diz-me o que farei
Com a lembrança deste amor.
Diz-me tu, que não sei,
Se voltarei ou não para ti,
Se ainda quero o que sonhei.
(Texto de Pedro Ayres de Magalhães, Madredeus, 2005)
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22 outubro 2007
28 agosto 2007
João Chora antes das 7 da manhã
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