A apresentar mensagens correspondentes à consulta TMN ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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17 agosto 2008

má rede

A minha rede (TMN) tem estado péssima. Aliás, estou só à espera que o ano de fidelização chegue ao fim para cancelar de vez a ligação a esta empresa. Cobraram-me mais de 200 euros (tinha débito directo - que entretanto cancelei) referentes ao mês de Maio, dizendo que ultrapassei os gigas contratados. Logo eu que tenho sempre uma péssima ligação, que não faço downloads, que quase sempre os débitos de recepção estão a 0,00Kbps e os de transferência idem (como agora, o que me impede de vir aqui num instantinho e postar: ou tenho tudo escrito antes ou não tenho hipótese).
Os que me atendem dizem que outros me irão contactar por causa da minha reclamação, que se baseia no facto de não ter sido avisada que tinha atingido 90% do tecto gratuito e de própria TMN ter confirmado isso mesmo. Se não avisaram é porque não atingi. Ou atingi e tinham de ter avisado (aquilo são alertas automáticos, imagino. Não há-de ser uma pessoa que tem um grande mapa com os milhares de utilizadores da TMN e que diz «Olha! A Adriana atingiu 90%! Vou ter de a avisar!» e que depois se esquece).
Enfim, venho aqui sempre a correr para ver o correio e ler alguns blogues no pouco tempo que tenho até ficar sem rede. Sempre que puder, colocarei qualquer coisinha. Vamos ver quantas horas este postal vai demorar a ser publicado!

17 novembro 2008

Bloqueio da TMN

Uma curta mensagem: estive sem internet quinta e sexta, bloqueada pela TMN por alegada falta de pagamento. Como a rede é tão má aqui em casa e sou tantas vezes impedida de ir à net, pensei que fossem apenas maus momentos. Na sexta lá fui à loja saber o que se passava e afinal era ainda o problema que tenho com eles desde Junho: cobraram-me um valor imenso (nesse mês foram 210 euros!!!), a mim que, mesmo que quisesse, não tinha estabilidade de rede para downloads pesados. Enfim, lá me restabeleceram a ligação. Continuo à espera da resolução deles para este problema.
Já voltarei a escrever e obrigada pela paciência.

21 junho 2009

inconsistência

Como os leitores deste blogue se terão apercebido, normalmente não uso este espaço para dizer mal. Para que queixar, sim (do mau serviço da Divani ou da TMN, por exemplo), mas má-língua, não.
Mas, por vezes, há coisas que me incomodam de tal modo, que penso: «Vou pôr no blogue», como se o blogue fosse o amigo a quem temos que telefonar sempre que nos acontece qualquer coisa. De bom, normalmente. De menos bom, por vezes.

Hesitei em escrever este desabafo, mas cá vai: incomoda-me muito a inconsistência. Pessoas inconsistentes. Ideias inconsistentes. Livros inconsistentes. Personagens inconsistentes.
Por razões que apenas a mim se devem, estou a ler um livro de um jornalista que escreve romances. Aquilo lê-se depressa, mas não sei se consigo continuar. Talvez o faça, para respeitar o meu «princípio da não-desistência», mas está difícil. Tive de parar.

Às vezes penso que gostava de ser daquelas editoras à americana que lêem os manuscritos e fazem os seus comentários, dialogando e discutindo com o autor, de modo a que este possa corrigir, reformular ou manter a sua decisão (que será forçosamente mais consistente, depois de ter tido de a defender). Uma editora que pudesse dizer ao autor:

«Já reparou que a sua personagem não é credível? Desde quando um professor universitário de História, consultor de entidades prestigiadas e selectas como a CIA, não sabe o que é a tundra? Ou, perante a informação de que a uma igreja que vê na praça Vermelha, em Moscovo, não é o Kremlin (ele não é um turista. É doutorado em História.), parece amuar, recusa-se a ver o complexo, recusando também a realidade, dizendo que, para si, aquela igreja seria sempre o Kremlin, «dissessem o que dissessem»? «Dissessem», quem? Os historiadores como ele. A realidade.
Uma atitude tão pouco sensata (para não dizer tão incongruente) não se adequa a um investigador.

Mais: um conhecedor profundo de línguas antigas, que sabe hebraico e grego, que conhece a cabala, que decifra enigmas, perante a necessidade de ler um único nome em russo (o nome de da cidade para a qual se dirige e que se encontra escrito no autocarro que necessita tomar) diz que não sabe cirílico? Impossível. Qualquer pessoa que saiba grego sabe ler a maioria dos caracteres cirílicos. É básico. Pode não reconhecer todas, mas muitas letras são semelhantes. Nunca se sentiria completamente a zero.»

Isto diria eu como editora à americana. Mas nem à portuguesa sou.
Parei aqui e ainda não consegui retomar.
Já não podia mais com as conversas que a personagem mantinha com outras personagens. Como pode alguém, contratado pela Interpol por ser o mais destacado na sua área, comportar-se como um imbecil, a quem é necessário explicar muitas vezes as mesmas coisas?
É bem-feita. Ninguém me mandou meter-me nestas leituras, até porque o livro nem faz parte da minha biblioteca.
Para me redimir, comecei agora mesmo a ler O Homem Lento, do Coetzee, e já me sinto recompensada.

02 setembro 2008

¡Mira! ¡Ya estoy navegando!

Pois é! A simpatia e eficácia do Nuno Mira, com o apoio da Liliana, ambos empenhados em ajudar-me a pôr isto a funcionar, conseguiram que a minha internet melhorasse significativamente. Parece que o problema era do cartão SIM e de não-sei-quê da rede... enfim, penso que tudo esteja bem, mas não sei se isso chega para que eu me mantenha cliente da TMN. Estão a ser problemas a mais.
Mas valeu a pena ir à loja. Enquanto o assunto não se resolvia, tive uma conversa excelente com o Nuno e com o Carlos (que ali estava para ser atendido), da United Press Photo, que se ofereceu para lavar a cara a este blogue. Quando acontecer, verão e poderão dar a vossa opinião.
Até lá, continua verdinho.

31 agosto 2008

ausência forçada...

... da blogosfera nos últimos dias.
Infelizmente, parece que, além de ter má transmissão de dados, estarei com problemas com a placa ou o modem. É o que me dizem da TMN e até já tenho «consulta» marcada numa loja (há lojas assim, só com marcação antecipada). Entretanto, nada de conseguir aceder através do meu computador. Como isso perturba o meu trabalho!
Enfim, quanto a ver resolvido o problema do valor cobrado indevidamente, parece que ainda terei de esperar. Darei notícias aqui de como ficou resolvida a questão.
Até lá, vou tentando ler e escrever de computadores alheios.