



Admito, pronto! Admito!
(imagem daqui)
Este foi mais um livro que comprei. Sempre me interessei pela vida que os gregos tinham e que transparecia em muitos textos literários e nas descobertas arqueológicas.
(foto daqui)Hoje vou ver a Lisístrata, de Aristófanes, apresentado nesta LIII edição do Festival Teatro Clásico Mérida.
Diz no programa (versão portuguesa disponível online):
LISÍSTRATA (teatro)
Teatro Romano. 23 horas
De 9 a 14 de Agosto
Homenagem ao dramaturgo Manuel Martínez Mediero, autor da versão
Director cénico: Antonio Corencia
Intérprete principal: Miriam Díaz-Aroca, Vicente Cuesta e Maria Kosti
Uma produção do Festival de Teatro Clássico de Mérida
Recordo esta notícia...
E depois conto como foi.

Não sei como se faz para que o vídeo não desapareça quando escrevo a azul...
Confesso: adorava ver isto. Era na época da Heidi e da Escrava Isaura... Antes tinha sido a Gabriela e eu tinha querido cortar o cabelo «à Malvina». Tem piada, recordar.

PAUL
I used to be a sinner. The worst sinner. I did everything. Whored, drank, murdered. I killed anyone who violated the Law of Moses. Then, I was struck by a burning light and a voice called to me, 'Saul, why are you persecuting me? Why are you against me?' 'Who are you?' I said. 'Jesus,' the voice said, and he gave me my sight. I opened my eyes and I was baptized and became Paul. I bring the good news to every country.
Jesus comes closer, the Angel by his side.
PAUL
I bring this news. About Jesus of Nazareth. He wasn't the son of Mary, he was the son of God. His mother was a virgin. The angel Gabriel came to earth and put God's seed in her womb. That's how he was born. He took on our sins, he was tortured, crucified - but three days later he rose again and was taken up to heaven. Death was conquered, praise God! Death was conquered, sins were forgiven and the Kingdom of Heaven's now open to everyone.
Jesus can restrain himself no longer. He calls out:
- Inventing Superstition - from the Hippocratics to the Christians, de Dale B. Martin, publicado em 2004 pela Harvard University Press.
Séneca não conta, pois não? Nem Ovídio, imagino... nem Platão... nem os policiais (adoro policiais, confesso. Ando sempre com um atrás. Estou na fase egípcia, acompanhando Amelia Peabody Emerson nas suas aventuras).
Fui ali à sala ver o que está na pilha dos «pego neles mais vezes a ver se acabo algum», porque esta época do calendário escolar não é muito dada a coisas recreativas. A pilha dos «quero mesmo ler, devem ser giros, estão aqui há mais de um mês e ainda não os abri» envergonha-me. Principalmente com o raspanete que Séneca me pregou no início deste postal.
Cá vão, então, os «a ver se acabo, porque até estou a gostar, só que não tenho tempo» (em próximos postais falarei de cada um deles, pois acho que merecem uma explicação):
- Alimentação e Sociedade na Antiguidade Clássica: aspectos simbólicos dos alimentos, de Peter Garnsey. Ed. Replicação, Lisboa, 2002;
- Religions de L'Antiquité, org. por Yves Lehmann, PUF, 1999;
- O longo caminho das mulheres, organizado por Lígia Amâncio et al., Publ. Dom Quixote, 2007;
- Everyday Things in Archaic Greece, de Marjorie e C.H.B. Quennell, Ed. B.T.Batsford, 1931;
- A Natural History of Latin, de Tore Janson, Oxford University Press, 2007 (a minha edição em paperback, que a outra é de 2004).
Agradeço ao Legendas & Etcaetera o pedido, que vou completar com comentários, como referi;
E também eu estou curiosa por saber o que lêem algumas pessoas. O Miguel tem uma lista no blogue, portanto, basta passar por lá para ver.
Ficam aqui cinco provocações:
Carneiro, do Oxiclista
José Bandeira, do Bandeira ao Vento
JS e Gregório Salvaterra, do Contador de Gaivotas
Marta, do Claras em Castelo
Tomás Vasques, do Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos
(foto daqui)