(http://www.ancient-greece.org/art/chiarioteer.html)De em ti mesmo celebrares a ordem natural do divino
O número imanente.
(http://www.ancient-greece.org/art/chiarioteer.html)
(www.hellenic-art.com/statues/ephibosantik.jpg)
(http://www.livius.org/ei-er/emperors/philippus_arabs.jpg)
Os sentidos, interpretes e mensageiros das coisas, foram criados e colocados na cabeça, como se de uma cidadela se tratasse, para assim cumprirem as funções que sejam necessárias.
( http://www.bluffton.edu/~sullivanm/italy/rome/capitolinemuseumone/constantinebronze.html)
Os olhos, na qualidade de observadores, ocupam o lugar mais elevado, para assim poderem ver mais coisas e melhor cumprirem a sua função.
(http://www.bluffton.edu/~sullivanm/italy/rome/capitolinemuseumone/constantinebronze.html)Os ouvidos, cuja função é captar o som, foram não sem razão colocados na parte mais alta do corpo, pois a natureza leva o som sempre para cima.

O nariz, por seu turno, posto que também o cheiro vem sempre para cima, foi correctamente posto numa parte superior do corpo (...).
(Greek Statue, Metropolitan Museum of Art, New York City)
Já o paladar, cuja função é sentir aquilo que comemos, está naquela parte da boca onde a natureza abriu um caminho para a comida e bebida.
O tacto, por seu turno, está distribuído uniformemente por todo o corpo.
Cícero, Da Natureza dos Deuses, Vega, 2004. Tradução de Pedro Braga Falcão.

Sófocles, Antígona, vv. 332-375
(1) A tradução deste passo é minha, se bem que a versão para Português do primeiro verso pertença a Maria Helena da Rocha Pereira, na sua edição da FCG.



Aliki Kagialoglou (neste link vão ter de baixar várias vezes até encontrar as três referências a esta artista) está a preparar um CD com fados portugueses e declamação da Ode Marítima de Álvaro de Campos.
Dizem que sim, que correu bem.



Numa livraria vejo que a Mariza canta no dia em que parto.

(Foto minha. Rodin - Eros e Psyche - Ermitage - S. Petersburgo)O amor não tem uma natureza simples, bela ou feia em si mesma: é belo, se realizado com beleza, e feio, se realizado com vileza.
Vileza é quando se concede uma afeição indigna a um homem indigno; e nobreza, quando se concede uma feição digna a um homem de bem. E por indigno entendemos justamente esse amante popular, que prefere o amor do corpo ao amor da alma, e não guarda constância porque o objecto a que se prende não é também constante [...].
Pelo contrário, aquele que ama alguém pela beleza do seu carácter, esse permanece fiel pela vida fora, porque se funde com o que é constante.
Discurso de Pausânias no Banquete de Platão. Tradução de Maria Teresa Schiappa de Azevedo para as Edições 70.
No tempo da República, os livreiros eram uns desgraçados que tinham de arranjar livros para copiar para os clientes, tendo para isso que recorrer a bibliotecas privadas, o que nem sempre era fácil.
A minha mãe faz anos hoje e vamos reunir a família.