Grave, grave, grave.
Para lermos com muita atenção, pois não se passa só em Itália.
Texto (está no blogue e no facebook) de Fernando Mora Ramos, encenador do Teatro da Rainha:
Porque é que não tenho aulas de Português?

a) Be sure you write down the Publisher, NOT the Printer.
b) If a book has more than one publisher, not one publisher with multiple places of publication, list the publishers in the order given each with its corresponding year of publication, e.g.:
Conrad, Joseph. Lord Jim. 1920. New York: Doubleday; New York: Signet, 1981.
c) Shorten the Publisher's name, e.g. use Macmillan, not Macmillan Publishing Co., Inc. Omit articles A, An, and The, skip descriptions such as Press, Publishers, etc. See Section 7.5 in the 6th ed. of the MLA Handbook for more details and examples.
d) No need to indicate Publisher for encyclopedias, magazines, journals, and newspapers.
e) If you cannot find the name of the publisher anywhere in the book, use "n.p." to indicate there is no publisher listed.
(imagem daqui)Dizem Michel Austin e Pierre Vidal-Naquet, no livro Economia e Sociedade na Grécia Antiga (tradução portuguesa nas Edições 70, em 1986, do original francês de 1972), p.67:
A que corresponde então a invenção da moeda? Têm-se feito intervir diversas considerações (além do fenómeno geral de normalização da vida social): desenvolvimento do papel fiscal do Estado (multas, impostos), financiamento de exércitos de mercenários (…). Na história das cidades gregas, a moeda será antes de mais um emblema cívico. Cunhar moedas com as armas da cidade é proclamar orgulhosamente a sua independência.
E os banqueiros? O Oxford Companion to Classical Civilization (do maravilhoso Simon Hornblower e de Antony Spawforth), publicado pela Oxford University Press (a minha edição é de 1998) dá muita informação. Foi lá que colhi estes dados. Na entrada «banks», explica que os templos serviam alguns dos propósitos que hoje os bancos servem: guardavam o dinheiro das pessoas e emprestavam a quem precisava, com a diferença de não tocarem no que estava à sua guarda e o que disponibilizavam provinha do seu próprio tesouro (como o templo de Apolo, em Delos). Havia ainda particulares que emprestavam, sem ou com juros (por vezes, usurariamente, grandes juros sobre pequenas somas). E também eram necessários cambistas, visto que cada cidade tinha a sua moeda e era necessário trocar. Ainda hoje «banco» em grego diz-se τράπεζα e «trápeza» queria (e quer) dizer «mesa».
Para termos uma ideia da actividade, conhecem-se cerca de vinte nomes de banqueiros na Atenas do séc. IV a.C.
Alguns destes homens não eram atenienses, tal como muita da sua clientela, composta principalmente por comerciantes, visitantes, ou cidadãos que poderiam estar a precisar urgentemente de muito dinheiro. Serviam, frequentemente, de testemunhas e de fiadores.
Ah, claro, e não há dúvida de que eram muito, muito ricos…
(imagem daqui)

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Carolina Beatriz Ângelo, em 1911, ano em que viria a falecer, votou. Foi a 1ºmulher a fazê-lo no nosso país, antes que os homens (com letra muito pequenina) decidissem mudar a lei, para que mais nenhuma outra se atrevesse a tanto.
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