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19 setembro 2009

PIDE/DGS

(imagem daqui)

Há pouco apanhei um susto.
Recebo uma mensagem e vejo DGS. DGS?
PIDE/DGS? Ainda há isso?


Tinha 7 anos no 25 de Abril, mas a parte anti-fascista da minha família encarregou-se de nos (a mim e aos meus irmãos) comprar uns livros (não sei onde isso andará. Talvez pelo sótão da casa dos meus pais) com uns desenhos (não eram bem banda-desenhada, mas andavam lá perto) em que se viam mulheres a ser torturadas com pontas de cigarros que uns homens usavam para lhes queimarem os mamilos.

Era a DGS a tratar-lhes da saúde.

Ora quando hoje a DGS me mandou uma mensagem, quase gelei.

Era sobre a gripe. Para eu redobrar os cuidados de higiene e evitar contagiar outros.
Não vou desobedecer.

Nestas alturas percebemos o quanto certas situações (frases, atitudes) nos marcaram. Nunca mais me tinha lembrado das torturas que vi naqueles desenhos a preto e branco e tão claramente os revejo agora por causa de um sms da Direcção Geral de Saúde.

03 maio 2009

Chorei, pronto!

Palavra puxa palavra, canção puxa canção, começámos a ver vídeos do festival da canção de 70, depois de 69, depois da eurovisão de 72 e, de repente, nas sugestões laterais do youtube aparece o avec le temps, pela Dalida.
A Dalida... há uns tempos largos ouvi um programa do Júlio Isidro na Antena 1 em que ele lhe fazia uma homenagem. Tinha tido uma série de amores infelizes e suicidara-se.
Vamos à wikipédia. Sofreu por um amor não correspondido pelo Luigi Tenco.
Outras memórias. Sicília. Mi sono innamorato di te perché non avevo niente da fare...
Je suis malade cantado por Dalida e Serge Lama.
Não sabia que tinham cantado juntos.
E não tinham.
Já reparaste que faz anos hoje que morreu?

22 anos depois, aqui vos deixo Je suis malade:


07 agosto 2007

Sandokan , o Tigre da Malásia

Confesso: adorava ver isto. Era na época da Heidi e da Escrava Isaura... Antes tinha sido a Gabriela e eu tinha querido cortar o cabelo «à Malvina». Tem piada, recordar.